
Confira nosso pico exclusivo sneak em duas das receitas do livro abaixo: Mostarda Spanked frango frango assado com mostarda, manjericão fresco e alho . Rendimento: 4 porções 1 (3 ½ – a 4 quilos), frango seco com toalhas de papel 1 colher de chá de sal kosher grosseiro, mais a gosto ½ colher de chá de pimenta do reino 2 colheres de sopa de mostarda Dijon 2 colheres de chá picados manjericão fresco 2 dentes de alho picados 3 colheres de sopa de extras -azeite virgem Directions 1. Esfregar o frango todo, incluindo a cavidade, com o sal e pimenta. 2. Em uma tigela pequena, misture a mostarda, manjericão e alho, e golpeá-lo com força sobre o pássaro em toda parte que você acabou de esfregou o sal ea pimenta.Refrigerar durante a noite ou durante pelo menos 1 hora para que possa recuperar. 3. Pré-aqueça o forno a 400 graus F. Coloque um rack em uma assadeira. 4. Coloque cuidadosamente o pássaro na prateleira de mama, para baixo. Regue com 1 colher de sopa de óleo. Asse por 30 minutos. Enfiou uma colher de pau na cavidade frango e virar o pássaro mais para que os seios estão em alta; regue com o restante do azeite. Continue a assar até que o pássaro fique dourada e bem feito, cerca de 30 a 40 minutos mais longo. Aproveite.
De Cinquenta Tons de frango
JON VON PAMER
Coxas Dripping
Roasted coxas de frango com doce-e-azedo cebolas . Serve 4
£ 1 desossadas, coxas de frango sem pele, seco com toalhas de papel
2 dentes de alho, finamente picado
1 colher de chá de sal kosher pitada mais grossa
½ colher de chá de pimenta preta
1 cebola doce, em fatias finas
1 xícara de vinho branco
1 folha de louro
1 pau de canela
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 colher de sopa de mel Directions 1. Pré-aqueça o forno a 450 graus F. Em uma tigela grande, misture o frango, o alho, 1 colher de chá de sal e pimenta juntos. 2. Em uma panela pequena, cozinhe junto vinho, cebola, louro, pau de canela e uma pitada de sal até que a maior parte do líquido tenha evaporado, de 15 a 20 minutos.Misture o mel e manteiga. 3. Colher a mistura sobre o frango e misture bem.Coxas abertas, mistura de cebola, e quaisquer sucos em uma assadeira. Asse até frango não é mais cor de rosa e cebola são meltingly concurso e caramelizado, cerca de 25 minutos.
A banda Black Eyed Peas, que teria inspirado o livro “Cinquenta Tons de Cinza”



9 comentários:
Passei anos a ler os romances lamechas do Nicolas Sparks, D.Steel, etc… q quem conhece sabe q fazem chorar as pedras da calçada ( o último do N.S. não foi exceção)e q também são muito comedidos no q respeita a cenas de intimidade entre as personagens.
Por coincidência de uns quantos empréstimos de livros de autores como Sherrilyn Kenyon, Lara Adrian, Lisa Kleypas, Madeleine Hunter,etc… dei comigo a ler romances de teor mais erótico e confesso que se torna um bocado viciante.
Quanto às 50 Sombras de Grey, se bem q na vida real a obsessão seja de q tipo for é um baita de um problema, aqui da forma q está descrito é pura e simplesmente arrasador, no bom sentido.
Não sou da opinião de q a Anastasia é do género Betty Feia, ela tem é um grave problema de auto estima, de confiança em si própria, e ao comparar-se c/ tudo o que Grey representa (beleza, atração, carisma, poder, líderança,…etc) faz sentir-se mais diminuta.
No romance, para além de Grey existem mais 2 jovens que que tentam chegar ao coração da jovem, depois, é ela própria q está a narrar a os acontecimentos, pelo que dá uma descrição das outras personagens + detalhada, deixando p/ 2º plano a sua própria.
É através dos olhos de Grey e segundo as palavras deste que Anastasia descreve o seu próprio perfil. O Grey acha-a linda e é asim q eu também a vejo.
Bom, eu gostei do livro e vou comprar os outros volumes.
Responder
ALTO ENTÃO…afinal há coisas boas pra frente do livro.
Acho que vou dar mais uma espreitadela, a ver se me arrebata!!!!
Infelizmente não me tocou mesmo, a escrita leve soou-me a “Harlequim” tão famosos nos quiosques por aí…
Vá, seguindo o conselho vou dar uma espreita no resto!
Obrigada
Responder
Olá!
Desconheço os romances da Harlequim q me permita fazer comparações, mas como já li centenas de romances, quer de autores contemporâneos quer de clássicos da literatura, concordo q a escrita do 50 Sombras de Grey é leve, básica, o q sinceramente para mim até se revelou irrelevante.
Penso q o problema resida na tradução do livro pela Editora, aliás, opinião partilhada por muitos dos q já o leram na versão inglesa.
O q posso dizer?
A história prendeu-me a atenção do inicio ao fim do 1º tomo, apesar da autora ter feito da Anastasia uma jovem demasiado deslumbrada com o 1º amor para os seus quase 22 anos e tendo em conta o facto de ser uma jovem finalista Universitária, de conviver com o sexo oposto e de partilhar casa com uma amiga bastante sabida. Enfim, um tudo nada desenquadrada do séc. XXI.
Mas na história, a inocência de Anastasia até se torna um ingrediente arrebatadoramente excitante em oposição à experiência de Grey e à sua voracidade e insaciabilidade sexual.
Quando pensei num sadomasoquista tracei-lhe um perfil com adjectivos do piorio, egocêntrico, prepotente, frio, calculista, insensível, preocupado apenas com a s/ satisfação sexual, prazer na dor física, com tendências psicopatas, etc…
Só que Grey revelou-se no decorrer da história um homem controverso em muitos sentidos. Para além do perfil que lhe traçaram na sinopse do livro, deparei com um Grey profundamente marcado por um passado (do qual se ficou ainda a saber muito pouco, a sua origem e quem o iniciou na BDSM), com um lado filantropo que supus impossível numa pessoa com este tipo de gostos, uma sensibilidade relativamente ao prazer, bem estar e sentimentos de Anastasia levando-o a fazer condescendências q nunca tinha feito a qq mulher, etc…e tá claro também o prazer de lhe dar uns açoites, só para ficar rosadinha.
Será ele de facto incapaz de amar (não creio) e deixar ser amado?
Temos que esperar para saber nos próximos volumes.
Também achei divertidas e românticas as trocas de e.mails entre os 2 personagens, e mais não vou contar.
Não pretendo influenciar ninguém, até porque em tudo na vida não se consegue agradar a gregos e troianos. Não foi certamente dos livros mais bem escritos que já li, mas gostei mesmo bastante e anseio pelo resto da história.
Paula
Não resisti a vir aqui, colocar por escrito, que estou totalmente de acordo consigo Paula! Gostei bastante do 1º livro por isso, não descansei enquanto não li os outros dois e garanto que a história é boa. Se poderia ter alguns detalhes mais explorados? Acredito que sim, pois ficam algumas pontas soltas quando chegamos ao fim. Suponho que a autora não terá querido “sobrecarregar” os leitores com muita página…Em relação às cenas de sexo, à situações caricatas, a rapariguita passa de virgem casta a ninfomaniaca em questão de segundos! Contudo, existem cenas de bastante ternura…Acredito que para algumas pessoas ler sobre sexo será escandaloso, daí talvez a má reputação que o livro está a ganhar, mas eu adorei, ri-me bastante e quando cheguei ao final do livro 3, ainda fiquei com a lagrimita ao canto do olho, mas fechei o livro e respirei fundo, pois “tudo está bem, quando acaba bem”!!! Carina
Estimada leitora
Obrigado pela s/ resposta, fico satisfeita por não ter dado o s/ dinheiro por mal empregue. Eu terei de aguardar pacientemente pela publicação do 2º e 3º Volumes porque comprei o 1º na versão portuguesa, e assim desejo manter.
Eu já firmei demasiado a m/ opinião sobre as 50 Sombras de Grey, e devo dizer que este foi até agora o Blogue onde encontrei comentários mais assertivos (civilizados) e destinados apenas ao livro. Quer se tenha ou não ficado com boa impressão logo de início.
Espero que o espírito de troca de ideias, assim se mantenha.
Respeito a opinião de quem leu o(s) livro(s) e não gostou, na blogosfera encontrei muitos comentários levianos da parte de leitores que se acharam no direito, ou com sapiência suficiente, para traçar perfis sobre os que gostaram do romance diminuindo-os ao ponto de colocar em dúvida o seu nível de cultura literária.
Paula
Concordo inteiramente com a Paula, tudo o que ela diz foi precisamente o que me aconteceu. Já tinha lido várias críticas quase logo que o livro saiu, mas isso não me tirou a vontade de ler o livro. Não me interessam as opiniões dos outros, apenas depois de ler é que posso formular a minha e concordar ou não com elas. Neste caso não me arrependi minimamente do valor pago pelo livro, tal como de tantos outros que já li e de muitos que quero ler. Estou ansiosa
à espera do desenrolar da história.
Isabel
Olá Isabel
Ainda bem q gostou.
Bem, devo dizer que embora não me deixe envolver demasiado pelas críticas negativas, não quer dizer q seja totalmente incólume a elas. Todos nos sentimos de algum modo sugestionados c/ a opinião de 3ºs seja em q matéria for. Sexo e religião sempre deram muito q falar, e o prato forte das críticas a este livro foi servido por aqueles q gostam de dar alfinetadas a “despudoradas” como nós.
Desde dizerem que nós, mulheres, devíamos de ter vergonha de ler semelhante livro, lembrando as conquistas pela n/liberdade, aos q disseram q era livro para cinquentonas, gordas e mal casadas, venha o diabo e escolha.
À semelhança do burburinho do 50 SdeG, só mesmo o do José Saramago, Abel e Caim.
Também devo dizer q não fiquei propriamente satisfeita c/ a tradução do livro, o meu cérebro ditava-me isso e enfureci-se algumas vezes com as expressões excessivas da “minha deusa interior…” não tendo conseguido chegar a conclusão alguma quanto ao seu significado.
Visto q Anastasia também falava no “o meu subconsciente …”, “a minha deusa interior” seria afinal o quê? Já por si o termo é esquisito e então a dar cambalhotas e piruetas, mais parecia uma sessão de patinagem artística.
Achei esta expressão infantil e soava a demasiado “parva” para o género literário em questão.
Penso q as editoras tem a obrigação de ter o cuidado de nas suas traduções adaptar expressões com as quais nos identificamos.
Quanto ao romance em si, AMEI-O.
Paula